terça-feira, 25 de outubro de 2011

O EMIMA PROMOVERÁ, NO CLUBE PALMEIRAS,O PROJETO SOBRE DITADURA MILITAR,COM PRESENÇA DE NILMÁRIO MIRANDA !!!

   Amanhã,26 do 10, o EMIMA promoverá a culminância de projeto sobre a Ditadura Militar execuado pelos alunos.
   
   Teremos a presença do ex-ministro de Direitos Humanos do governo Lula,ex-deputado estadual, e candidato ao governo de Minas em 2002 e 2006,Nilmário Miranda,filiado a PT.
   Também teremos a presença da prefeita de Teófilo Otoni Maria José e da secretária de educação.
Trajetória
Nilmário Miranda




Trajetória de Nilmário Miranda:

Nilmário de Miranda nasceu em Teófilo Otoni no dia 11 de agosto de 1947. Jornalista, pós-graduado em Ciências Sociais, é casado com Stael, professora de Sociologia da Universidade Federal de Minas Gerais, pai de três filhos: Renata (publicitária), Fernanda (advogada) e Vitor (músico). Também é avô de três netos: Maria Luiza, Lucas e Cloé.
A vida política de Nilmário Miranda começou na década de 60, em movimentos ligados à Igreja e ao meio estudantil. Em 1964, chegou a participar de reuniões da Ação Popular, ligada à ala esquerda da Igreja Católica. No ano seguinte, passou a militar na organização revolucionária clandestina Polop (Política Operária).
Preso e processado em 1968, foi forçado a deixar a Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG, participando da resistência clandestina à ditadura, até ser novamente preso em São Paulo, em 1.o de maio de 1972. Perseguido pela ditadura, foi condenado a mais de seis anos de prisão – dos quais cumpriu três anos e um mês – além de ter seus direitos políticos cassados por cinco anos. Passou pelos porões do DOPS, DOI-CODI e pelos cárceres do Tiradentes, Carandiru, Hipódromo. Em junho de 1974 voltou a Minas Gerais, preso, para o presídio de Linhares em Juiz de Fora.
Após ter sido solto, em 1975, voltou à militância, desta vez na área sindical, na região de Belo Horizonte, além de ingressar no curso de jornalismo da Universidade Federal de Minas Gerais. Foi um dos fundadores do PT e da CUT.
Após a formatura, em 1979, foi fundador e diretor do “Jornal dos Bairros” (1976/83), trabalhou como jornalista no Sindicato dos Bancários de Minas Gerais (1979) e no Sindicato dos Metalúrgicos de Betim (1981 e 1982), aliando a profissão à militância política. No ano seguinte, concluiu pós-graduação em ciência política.
Em 1986, Nilmário Miranda se elegeu para o primeiro cargo público: deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores, sendo líder da bancada estadual de seu partido na Constituinte Mineira. Chegou à Câmara dos Deputados pela primeira vez em 1990, reelegendo-se mais duas vezes (90/94; 94/98; 98/2002). Como deputado federal presidiu a Comissão Externa para os Mortos e Desaparecidos Políticos e dedicou-se como relator/autor de leis para uma política nacional de saneamento, de moradia para a população pobre e de reforma urbana, no primeiro mandato. Foi autor do projeto que criou a Comissão de Direitos Humanos, que presidiu em 1995 e em 1999.
Durante os anos de 2002 a 2005, no governo Lula, foi o primeiro ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos.
Foi candidato ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2002 e 2006. Foi presidente do PT em Belo Horizonte (1999-2001), do PT mineiro (2005-2007, eleito diretamente) e membro da Comissão Executiva e do Diretório Nacional.
É autor de “Dos Filhos deste Solo”, escrito em parceria com o jornalista Calos Tibúrcio, que relaciona histórias sobre 136 desaparecidos políticos. (Editora Boitempo/Fundação Perseu Abramo)
Outros livros de Nilmário:
- Teófilo Ottoni, A República e a Utopia do Mucuri (Editora Caros Amigos, 2007)
- Memória Essencial – A Trajetória Vitoriosa do PT em Minas (Editora Segrac,2003).
- Porque Direitos Humanos (Editora Autêntica, 2006).
- Participou de produções coletivas como “Tiradentes, um presídio da Ditadura”, organizado por Alípio Freire e outros; “Quem está escrevendo o futuro”, organizado pela comunidade Baha’i.
É atualmente presidente da Fundação Perseu Abramo (FPA), um dos principais órgãos de estudos do Partido dos Trabalhadores. Representa a FPA no Conselho Consultivo do Centro de Referência das Lutas Políticas no Brasil, denominado "Memórias Reveladas", que foi institucionalizado pela Casa Civil da Presidência da República e implantado no Arquivo Nacional com a finalidade de reunir informações sobre os fatos da história política recente do País.
Também é Conselheiro do Editorial da Revista “Direitos Humanos” da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, desde sua criação em agosto de 2008.

Fonte: Blog do Nilmário Miranda




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